Mundo real
Num tempo diferente
do da Esfera Azul, sigo para onde está havendo uma reunião.
Sei exatamente em que região do espaço estou, mas não posso dar a
localização.
Vou até onde estão os participantes. Ao cruzar o ambiente cumprimentando
a todos, recebo, numa troca de olhares com meus guardiões, informações
valiosíssimas e me coloco à direita do comandante Ashtar Sheran, bem
próxima a seus guardiões. Dos assuntos tratados ali, alguns fragmentos
serão divulgados no devido tempo terrestre. Por ora, me poupo de
relatá-los.
O Comte. vivenciou experiências valiosíssimas nos últimos milênios,
acompanhando a operação realizada (a seu pedido) para a reorganização da
frota sob seu comando, e hoje, mais amadurecido do que antes, permanece
na frota aguardando o término de sua missão.
Enquanto eu pensava sobre isso, ouvimos todos o sinal vermelho de alerta
geral. Mais uma troca de olhares com meus guardiões. Atitudes mentais
tomadas, providências começam a ser urgenciadas visando a segurança de
quem ali estava. Escudos magnéticos erguidos evitando qualquer entrada
ou saída de quem quer que seja daquela região.
Em fração de segundos (levando em conta o tempo terrestre) é
identificada a área em perigo. Exatamente onde está uma nave científica
que auxilia os mundos físico e extra-físicos da Esfera Azul, cujo
comandante é um irmão valoroso com profundos conhecimentos das ciências.
O comte. Ashtar Sheran me procura com os olhos, e trocamos informações
codificadas, cujos símbolos somente nós dois sabemos colocar na ordem
correta. Processo utilizado já há muitos milênios, face a necessidade de
nos comunicarmos sem interceptações ou interferências de quem estivesse
pretendendo, ilegalmente, colher informações sigilosas do que se passava
na frota e fora dela.
Muitos sempre tentaram interceptar essas mensagens e adulterá-las, mas
jamais conseguiram seu intento. Algumas ex-patentes da frota se
regozijam ainda hoje por terem, supostamente, interceptado algumas
dessas mensagens, e não sabem que quando assim o fizeram, foi exatamente
para que se comprovasse sua atitude de infidelidade e venda de
informações para os rebeldes. Não acusamos, mas sempre deixamos que cada
um se mostre como é, porque é assim que funciona a organização cósmica.
O Comte. Ashtar Sheran recebe e decodifica a mensagem, olha novamente
para mim, para meus guardiões, e de uma forma rápida, para todos que
estão na sala, inclusive para os seus próprios guardiões, se aproximando
um pouco mais deles.
O alerta vermelho permanece acionado, e tudo acontece de forma muito
rápida, embora sem tensão alguma. Equipes patrulheiras assumem suas
posições e usam a saídas de emergências em busca dos criminosos que ali
estavam atacando a nave científica, conhecida na Esfera Azul como sendo
um centro de cura cósmica.
Enquanto isso acontecia, enviamos mentalmente a informação a quem
deveríamos, e comunicamos que naves pacíficas não entrassem na região,
face a batalha que ocorria no momento.
O sub-comandante em chefe da frota também foi comunicado e lhe foram
solicitadas providências de onde estava.
Mais uma vez, eu e meus guardiões nos comunicamos mentalmente entre nós
e Ashtar Sheran. Eu sabia o que ele sentia, porque já havíamos
vivenciado experiências semelhantes. Pedi calma e que se mantivesse
impassível, totalmente impassível, para que tudo desse certo e o que
tivesse que acontecer, acontecesse de forma a não deixar nenhuma dúvida.
Foi sempre assim. E assim será sempre.
Enquanto instruções eram passadas a um nível mental fora do alcance dos
da maioria que ali estavam, posso dizer que poucos sabiam o que se
passava lá fora, na verdade. E fomos mantendo o silêncio porque era
necessário.
Sabíamos que a operação na frota, que se iniciou há alguns milênios,
culminando, em tempo terrestre, no mês de maio de 2005, operação essa
que eu chamo de segunda queda dos anjos, mas que na verdade, trata-se da
destituição de centenas de patentes do destacamento. Sabíamos que isso
traria retaliações (tb no extra-físico)dos muitos insatisfeitos que
ainda mesclavam em si a aparência de honestos, e que mesmo não fazendo
parte do referido destacamento, vez ou outra, iam para lá acompanhar a
situação. Esses também estão com seus perispíritos impregnados com os
vírus daquela expedição absurda feita sem planejamento pela
Confederação.
O alerta vermelho permanece acionado, mas os que se comunicam
mentalmente acima do padrão da maioria que ali se encontram sabem que o
perigo já passou, embora a batalha permaneça acirrada.
A nave científica, alvo do ataque, acionou seus escudos de defesa, e
naves patrulheiras se colocaram a sua volta, reforçando a guarda,
juntamente com as patrulhas que já a acompanham rotineiramente.
A batalha começa. Diante de nossos olhos. Impassíveis, continuamos a
enviar as instruções, em conjunto com o comte. Ashtar Sheran, que assume
a frente do comando e coordena as estratégias.
A insegurança e o medo já começa a se fazer presente em alguns que ali
se encontram. É quando então, um dos que lá estavam, embora não sendo do
destacamento, (estava em visita), aciona um dispositivo na tentativa de
atingir o comte. Ashtar Sheran.
Esse era um dos objetivos do reboliço provocado lá fora. Distrair a
atenção dos que se encontravam naquele ambiente, para terem espaço para
agirem. Como isso não aconteceu, esse ser não suporta mais a tensão e a
demora de noticias do que estava acontecendo, e decide fazer logo o que
ele veio fazer : atingir o nosso irmão. Assim cai a sua própria máscara:
com suas próprias atitudes. Mais um traidor nas fileiras da Confederação
que não deixa dúvidas sobre seus objetivos. Diante das testemunhas
visíveis a ele e também das que não estavam visíveis a todos ali.
No momento em que esse ser mirou o comandante para alvejá-lo e acionou o
seu equipamento (mínimo, por sinal) de ataque, imediatamente, o
comandante acionou seus próprios escudos de defesa, de forma a repelir o
ataque.
Simultaneamente ao acionar o equipamento, esse ser se dirige
apressadamente à porta na tentativa de fugir, o que lhe foi permitido,
para que se comprovasse, mais uma vez, seus objetivos escusos. Ele não
fazia idéia de que estava sendo monitorado totalmente e que a mudança de
suas vibrações estava sendo acompanhada.
A porta foi aberta a uma emissão mental do comte. proporcionando a
evasão desse ser que o atacou. Permanecemos todos nós onde estávamos.
Tranqüilos. Sabíamos o que estava acontecendo e o que aconteceria a
seguir.
O ser que pretendeu atacar o comandante fugiu pelos corredores e foi em
busca de sua pequena nave, e presumindo-se a salvo, saiu com ela
aproveitando as portas de emergências que estavam abertas para as
entradas e saídas das patrulhas. Mal ele se colocou no ambiente externo
de onde estávamos, se deparou com nave cientifica um pouco distante, mas
a sua frente, intacta, rodeada de patrulheiros, e viu seus comparsas
sendo aprisionados com suas naves, sendo levadas à nave-prisão mais
próxima dali.
Desesperou-se e numa tentativa insana dirigiu-se em direção à nave
cientifica, pensando que sozinho faria o que seus cúmplices não
conseguiram, e é então que se vê rodeado de patrulheiros que o esperaram
acionar o primeiro ataque à referida nave, para que assim, culminasse
,de fato, na comprovação de suas intenções torpes quando ao que se
propusera fazer.
É levado prisioneiro tal como seus cúmplices. Na nave-prisão, aguardará
junto com os outros que já estavam lá e aos que chegarão nos próximos
tempos.
=====
P.S.: Obrigada, Anthares, pela ajuda naqueles momentos decisivos.
Publicado em: Quinta-feira,
Fevereiro 01, 2007 2:57 PM

Luzes se apagando?
Em tempos finais de uma era corrompida,
em que se prepara o planeta para uma reestruturação de vida, vemos
muitos irmãos confabulando, nos submundos astrais, e trazendo para o
mundo físico as impressões que ficam gravadas em seus corpos astrais e
então, agem de forma semelhante, quase sempre, se deixando cegar, mais e
mais, diante do brilho da luz que engana e cega.
Não querem ouvir que estão se
contaminando com os virus astrais e as doenças que infectam
seus corpos astrais, e que recairão sobre o físico, através
de distúrbios emocionais dos mais variados, bem como atitudes cada vez
mais preguiçosas ou egoístas.
Por mais que queiram dizer que
estão despertos e que conhecem a realidade, deixam-se enredar em teias
de mentiras e substância negra que os liga aos submundos
astralinos.
Buscaram o acesso a informações do
passado, presente e futuro, e tiveram algum avanço nesse
sentido. Entretanto, poucos estão sabendo aproveitar a
oportunidade preciosíssima que lhes foi ofertada para que atuassem como
seres de paz num planeta que vive em guerras, de todos os tipos.
Ainda que saibam, que tenham as informações, que
tenha nascido nesse tempo já com informações acerca da situação...
.... ainda que não queiram caminhar pelos
lados escuros das sombras....
..... ainda que não queiram seguir para o
abismo infinito e mais negro que a própria noite....
.... ainda que queiram tirar um pouco a
lama que lhes encobre o espírito e buscar uma vida espiritual mais
coerente....
.... ainda que se imagine seguro e
protegido e que assim, pode fazer as estrepulias que desejar
porque seus mentores são fulano e cicrano e eles podem tudo...
..... ainda que......
Melhor seria ser um pouco mais humilde e
começar a lidar, com propriedade, com as informações que
trouxe ao nascer, bem como com as que recebeu no decorrer de sua
maturidade. O ensinamento de que a quem muito é dado muito será
cobrado é real e deveria ser levado em consideração por todos, e não
apenas usado como conhecimento bíblico em desfiles tolos de
teorias.
Quem veio em missão de paz e não
corre risco algum de seu espírito se contaminar com o alto grau de
doenças morais não permitirá que isso ocorra mesmo.
Entretanto, quem não veio tão firme assim, e lhe foi dada toda
a ajuda para que não se contamine mais, que não se ligue mais,
enquanto energia, aos submundos astrais e aos seres que lá
habitam... quem está se contaminando por esses mundos,
já deveria estar arregaçando as mangas e fazendo algo de útil para si
mesmo, pelo menos, já que é tão "difícil" fazer pelo
próximo também, mesmo que seja um próximo com quem tenha afinidades, ou
pelo próprio planeta.
Dizer que ama o planeta, todos dizem.
Dizer que ama o próximo, todos dizem.
E agora, as humanidades receberam o ultimato vindo dos próprios
irmãos encarnados, e que não mais é possível fazer vista grossa
diante da crueldade imposta a esse planeta tão lindamente generoso com
todos, até mesmo com quem lhe faz sangrar a cada ronco da
moto-serra lhe cortando a árvore, a cada vida aquática que se extingue
sob a ação assassina de substâncias tóxicas jogadas em seus rios e
lagos.
Depois do ultimato em linguagem humana, o
Planeta falará com a sua própria linguagem. E expulsará todo o mal que
lhe corrói as entranhas sem nenhuma compaixão. Agora reclamam e se
assustam com a gravidade da situação, por terem medo das consequências
que sabem que recairão sobre cada um que ajudou a quase destruir o
planeta, que, sim, expulsará todos os invasores. Quem tem medo, que
comece a se reanalisar e procurar um caminho mais virtuoso, assim como
quem se presume salvo e protegido por deuses que falharão na hora que
mais contarem com eles.
Como está seu espírito? Procure
harmonizá-lo e encontrar um pouco de equilíbrio que seja. Se parar
no caminho, novamente, por preguiça de andar, a vontade será
respeitada, tal como é respeitada a vontade daqueles que
miram nossos olhos e tentam arrancá-los na presunção de nos deixar
tão cegos quanto eles próprios.
Tudo está sendo permitido. Mas quem está
permitindo tem estrutura para que façam. Tem condições de suportar as
agruras de uma vida cruel imposta por aqueles que se dizem irmãos para
que cada um se revele como é diante dos olhos da
Justiça do Universo.
Para uma reflexão: E esses que
ferem estariam também em condições de suportar o retorno de
suas ações cruéis e premeditadas, gerenciadas pela inconsequência
do cíúme e da própria incapacidade de administrar sua vida espiritual de
forma a encontrar o equilibrio em todas as suas vidas, e seguir o
caminho do Meio?
Meus irmãos estão se perdendo nos
mundos astrais, onde insistem dizendo que vão em missão, e se
recusam a perceber que para lá se dirigem por afinidades que começam a
saltar aos olhos de seus mentores, que estão envidando todos os esforços
para lhes abrir os olhos.
Alguns já começam a recusar qualquer contato
com seus anjos da guarda, bloqueando-lhes o acesso, mas permitindo
que seres obscuros lhes guiem no cotidiano,
influenciando-os aos descaminhos que estão levando à maioria aos abismos
profundos, de onde será muito, mas muito difícil sair.
Já começam a pensar que seus anjos da guarda
é que são os obssessores, vez que sua energia está começando a ficar
diferente da de seus guardiões. Já começam a aceitar os obssessores como
sendo seus leiais amigos espirituais que lhes acompanham há muitas
eras.
Espíritos entorpecidos? Visão distorcida?
São irmãos que tem consciência de quem
são e que não estão resistindo à vida mansa que lhes é oferecida nos
submundos astrais, e que, já cegos pela luz que ofusca e aliena,
acreditam estarem sendo bem assistidos no astral, e por pura
vaidade, não aceitam retomarem o caminho original que
traçaram como meta: o das Virtudes.
Se a vida encarnada lhes pesa,
buscam mais e mais nos prazeres das vaidades satisfeitas
motivos para aliviarem o que o espírito sente mas a mente fútil
recusa porque lhe é mais fácil viver sem esforço do que trilhar
caminhos apertados mas certos de uma vitória sobre as
escabrosidades.
Buscam mais fugas e fugas,
aprisionando mais e mais o espírito, não lhe permitindo ser nada além de
uma sombra do que ele já foi.
Parar um pouco, respirar mais lentamente;
tocar uma flor no jarro da cozinha ou sala, ou jardim (particular ou
público); sentar-se e ficar quieto mentalmente deixando o
espírito buscar a força que necessita através da meditação que pode ser
feita no conforto do próprio lar; ouvir uma música positiva,
de preferência sacra, como as Ave-Maria, ou de Sebastian Bach,
entre outros tantos que trouxeram novas melodias cósmicas para o
nosso cotidiano; brincar com os dedos numa poça de água enquanto o
espírito se fortalece; olhar o céu e ir passeando os
olhos pelas estrelas sem pressa de ir se sentar diante do aparelho e ver
filmes sem valores éticos nem morais; ouvir o som do silêncio ou a
musicalidade que o vento nos traz.
Há muito a ser feito para o equilíbrio entre
a vida física e a extra-física. Ele (o equilíbrio) não será
encontrado em prateleiras de supermercado, farmácia ou shopping.
Ele está dentro de cada um.
Há muito a ser feito pela paz no ser de
cada um. E no Planeta. Depende de cada um.
Publicado em: Segunda-feira, Fevereiro
05, 2007 9:44 PM

Enquanto isso, na Esfera
Azul...
Em mundos mais
avançados moralmente, viver é prazeiroso. Há tempo para
tudo. E sempre a liberdade de um respeita o direito do outro.
A vida em corpo
físico, nesses mundos, é opcional. Cada alma busca a sua evolução
interagindo com os encarnados naquele mundo, ou pela própria encarnação,
que lhe possibilitará incontáveis experiências que lhe ajudarão muito no
seu crescimento interno.
Não é uma vida em
corpo pesado, como o da Esfera Azul. Os corpos físicos são mais leves,
fluídicos, e não bloqueiam seus conhecimentos enquanto alma se
manifestando num corpo.
Vive-se de uma forma ainda impossível de se imaginar na
Esfera Azul. Em paz. Com trabalho. Com integração junto ao Cosmos. Tudo
em equilíbrio. A dualidade é reconhecida, identificada e trabalhada de
acordo com cada um, sempre com objetivos de deixar vencer os sentimentos
que fazem o amor e a justiça acontecerem.
Enquanto isso, na Esfera
Azul.....
De muitas moradas
vieram irmãos mais experientes para ajudar aos irmãos menores que
habitam os mundos da Esfera Azul. Há alguns milhares de anos isso
vem acontecendo sistematicamente.
Muitos deixaram suas
vidas organizadas em seus planetas originais, precisaram se recriar, de
certa forma, para que pudessem entrar no Planeta Azul. Para muitos
é como se diminuíssem de tamanho, vez que precisam compactar todo o
potencial de energia que são para se adaptarem à vida terrestre,
principalmente à vida física, quando encarnam. Todo cuidado é tomado
para não impactarem o ambiente astral/espiritual com sua presença
extra-física. É de conhecimento desses irmãos maiores que uma
energia mais potente próxima de uma não tão potente pode causar
estranheza e um certo terror interno, como definiu um irmão, certo dia.
Esse terror interno
que irmãos menores sentem se estiverem próximos desses irmãos
maiores, enquanto estão nos mundos extra-físicos, é sentido
também por eles, quando estão encarnados e se deparam com
esses irmãos maiores também encarnados.
Normalmente,
esses menores olham desconfiados, angustiados, ressentidos ou
temerosos, para esses irmãos maiores e por não entenderem a rejeição que
sentem catalogam e etiquetam os irmãos maiores como sendo seres de
nenhuma confiança.
Estou falando de
irmãos maiores, pura e verdadeiramente. E não de irmãos menores
zombeteiros que se dizem, que se fantasiam de irmãos maiores para
enganar e iludir os outros.
Há, nas moradas da
Esfera azul, vidas das mais variadas formas, oriundas de diversos
pontos desse universo. Cada um tem suas características pessoais que
carregam consigo, inclusive se e quando encarnam. Nesses tempos atuais,
muitos estão se reconhecendo, em função das vibrações de sentimentos que
adquiriram no decorrer de muitas vidas encarnadas, e também
nos tempos em que não encarnaram, mas que continuaram vivendo no mundo
astral, em sua forma corporal original, que vão impregnando seus corpos
astrais.
Irmãos menores
viveram e ainda vivem se enganando quanto ao Criador e a
sentimentos que são as molas propulsoras da paz entre os povos. Muito
tempo foi dado às vidas que aqui estavam para que se reconduzissem
a uma vida de paz e justiça. Não o fizeram. Milhares de anos de
existência no Planeta não significaram nada. Então, esses irmãos mais
velhos, ao verem o estado de degradação em que se encontrava o planeta,a
agonia que já sentia o espírito que está aqui acoplado ao planeta,
decidiram renunciar a si mesmos e virem auxiliar no que pudessem. Isso
remonta alguns milhares de anos.
Então, esses irmãos maiores vieram. Em todos os tempos. E
deixaram suas marcas, seus registros, sua vida, sua história.
Penso,agora, em
Quetzalcoatl
e algumas histórias, até engraçadas que ele viveu quando aportou por
aqui, tal como um deus que desceu do céu em sua carruagem de fogo.
Penso também no
néctar dos deuses, que esses irmãos mais velhos consumiam e também
ofereciam aos seus irmãos menores, tornando-se o alimento
mais importante para todos. Trouxeram os equipamentos que o fabricava e
desses equipamentos saía uma guloseima com alto teor nutritivo e
muito saborosa. Por isso ficou conhecida como néctar dos deuses. E
todos dele se alimentavam, sem distinção de classe social, cor, raça; e
sem precisar pagar.
Se fosse possível
tirar o véu que encobre a história da humanidade, muita coisa que, hoje,
parece absurdo encontraria eco dentro de muitos espíritos. Mas as
humanidades da Esfera Azul não querem a verdade, mesmo quando a
procuram.
Penso, agora também,
na ponta triangular da pirâmide que precisou ser retirada da
Esfera Azul, há muito tempo, para que não caísse em mãos
indevidas e usassem o seu conteúdo para um domínio maior sobre
as humanidades terrestres.
Também me vem à
mente agora os cristais deixados na Esfera Azul, cujo
conteúdo nada mais é do que o conhecimento adquirido e concentrado
de todo esse universo. Origem da vida. Ciências. Matemática. Astronomia.
Física. Química. Filosofia. Artes em geral. Moral. Ética. Engenharia.
Entre outros. Já não é mais possível o acesso aos seus códigos.
Tudo tem um tempo. Tudo tem ordem.
Quando tudo ainda era
o verbo na Esfera Azul, em diversos pontos foram deixados objetos
e símbolos contendo as informações necessárias e acessíveis às
humanidades que atingissem um certo padrão de energia de amor.
Diante de cada passo, de cada século, de cada milênio, ao se perceber
para onde caminhavam os irmãos, que apesar de tantos irmãos maiores
presentes, por perto, viviam (e vivem) se fazendo de surdos e
cegos, diante da recusa no avanço moral, foi retirada a
maioria desses símbolos e objetos, por determinação dos anciãos dos
universos que cuidam desse lindo planeta desde sua criação.
Sempre serão colhidos
os frutos dos próprios plantios.
E as
humanidades, (desde os tempos remotos até o tempo atual, recusando ou
duvidando de sua potencialidade em se modificar e viver em paz
nesse Planeta) aceitaram a influência dos povos de outras regiões
desse universo que amam a guerra e o domínio sobre todos.
E sob a influência dos seus afins por serem da mesma região nesse
universo que vieram para cá, ou, depois de estarem aqui, foram
baixando, cada vez mais, seus padrões de energia e se afinizando
com esses foram se degradando moral/espiritualmente à medida que
seus sentimentos se inferiorizavam. E isso continua
acontecendo, e bem mais acelerado na atualidade.
Seres astrais
deformados ou se deformando, como conseqüência de seus sentimentos.
Muitos já começam a se ver como são. Já não conseguem enganar nem a si
mesmos. Não conseguem manter a fantasia da qual sempre se utilizaram
para ludibriar ou entorpecer outros. Cada um se revelará tal como
é. Lorde Miguel avisou muitas vezes, mas poucos lhe deram ouvidos.
Foram distorcidos seus avisos e utilizados de acordo com a conveniência
de quem os distorceu. Mas ainda assim, não impede que esteja
acontecendo o que e como ele avisou verdadeiramente.
Isso recairá no mundo
físico, vez que os seres que estão encarnados refletem o que são
internamente.
Não há tempo previsto
para que isso aconteça, e tentar adivinhar é pura perda de tempo, que
pode ser melhor utilizado na lapidação de si mesmo. Buscar a integridade
moral e espiritual e recomeçar a condução da própria vida com
equilíbrio, paz, solidariedade, trabalho, união e justiça.
Observar a si mesmo e
não se preocupar tanto em observar a vida alheia. Analisar os próprios
sentimentos e verificar quais são eles, e não analisar a vida
alheia. Intensificar sentimentos de trabalho, progresso com
ordem e respeito, justiça, procurando fazê-los mais e mais fortes no seu
mundo interno para que as atitudes e palavras sejam
embasados neles, e assim, vivendo um dia de cada vez com a certeza
de estar num caminho mais firme, e os próprios passos, mais firmes e
seguros.
Publicado em: Quinta-feira,
Fevereiro 15, 2007 9:52 AM

O Rabi
Em breve começarão os preparativos para a
comemoração de uma data fúnebre: a da crucificação do Rabi.
Como se os rituais executados na atualidade
apagassem a responsabilidade de cada um quando aconteceu a
definitiva degradação da espécie humana que reside no Planeta
Terra.
Como se as mentiras acerca de sua vida
colocando-lhes palavras como se fossem dele, num intuito furtivo e
hipócrita de se eximir da responsabilidade pela omissão e adulteração
dos fatos reais.
A mais vil distorção refere-se ao seu
assassinato. Após criarem a crença religiosa que estava programada para
ser criada no intuito de alienar mais ainda os habitantes do planeta,
usando a figura do Meigo Rabi... após isso, ainda conseguiram
adulterar a sua história, inclusive a de sua morte.
Ele foi assassinado porque estava
incomodando os diversos senhores que também habitavam, no físico e no
extra-físico do planeta. E esses mesmos senhores transformaram o seu
assassinato em um ato de sacrifício espontâneo. E, com essa base, esses
senhores alimentaram e alimentam a idéia de que ele, Sananda, tirou os
pecados do mundo. A que mundo se referem esses senhores? Ao do conto de
fadas?
Porque dos mundos reais que existem no
Planeta não foram tirados pecados. Isso até cegos podem ver. E quando
que os que dizem ser seus fiéis seguidores vão começar a pensar nisso e
deixar cair mais um véu dessa mentira toda que criaram em torno do Meigo
Rabi?
Na vã tentativa de lavaram suas mãos,
pensando que o Rabi não sabia e não sabe de seus torpes objetivos,
e para convocarem mais habitantes para serem massa de manobra deles,
alimentaram e alimentam a idéia de ele “ morreu para nos salvar”, que
ele se submeteu ao sacrifício de ser cruelmente violentado em sua
integridade moral e física.
Transformaram, aqui em Terra, num
mártir tolo o Sábio que o Universo enviou. Transformaram num ser com
utopias o Filósofo que o Universo enviou. Transformaram em réu o Juiz
que o Universo enviou.
E hoje, continuam cultuando as idéias
distorcidas que foram criadas logo a seguir ao seu assassinato.
Continuam cultuando um mártir, quando seria melhor aprender com o
Filósofo.
Continuam sem querer conhecer o Rabi.
Enganam-se a si mesmo e pensam que o conhecem; e pensam que
enganam dizendo que seguem seus ensinamentos. Continuam dizendo que ele
foi crucificado sem pararem para pensar o que seja a crucificação
de alguém. Em todos os sentidos. Recusam falar que ele foi
assassinado. Não querem a verdade. Preferem a mentira acalentadora das
próprias vaidades. “Ele morreu para tirar os pecados do mundo” é
mais covardemente cômodo de pensar, pois assim “não preciso
melhorar, já sou santificado, purificado... ele me “lavou” de meus
pecados”, e seguem os dias por caminhos tortuosos massacrando quem
encontram, caluniando, invejando, roubando, traindo, guerreando. E
isso porque não tem “pecados”. Se tivessem então, o que seria a
atualidade?
O que será a atualidade? O que ela é.
Uma clara visão do que será em tempos
breves, em que a barbárie explodirá rompendo a camada de verniz da
educação social, e se exteriorizará no cotidiano, em que vale qualquer
coisa para se dar bem. De uma forma muito mais intensificada do que é
atualmente.
É necessário que aconteça? Não. Mas é o
que as humanidades desejam. Ainda que gritem pelas ruas pedindo paz,
fazem a guerra dentro de si mesmos e com os seus próximos.
O acúmulo das teorias mirabolantes e
cheias de ilusão desabará sobre cada um que o tenha feito em suas
vidas, e então, sem referências para manterem as aparências de
iluminados não conseguirão mais se lembrar dos Sábios, entre eles,
filósofos, cientistas, músicos, anônimos, que tanto colaboraram
deixando, com suas vidas e suas obras, impregnada a
certeza de que vale a pena viver num mundo de paz e em paz com
todos.
Força e coragem ao buscador, que de fato,
esteja buscando a verdade.
Matéria relacionada ao
Rabi:
Domingo de Ramos