Música:Viagem pelo hiperespaço

    CD: Eram os Deuses Astronautas

        Direitos autorais Patrick Wichrowski

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 

Mundo real

 

Num tempo diferente do da Esfera Azul, sigo para onde está havendo uma reunião.

Sei exatamente em que região do espaço estou, mas não posso dar a localização.

Vou até onde estão os participantes. Ao cruzar o ambiente cumprimentando a todos, recebo, numa troca de olhares com meus guardiões, informações valiosíssimas e me coloco à direita do comandante Ashtar Sheran, bem próxima a seus guardiões. Dos assuntos tratados ali, alguns fragmentos serão divulgados no devido tempo terrestre. Por ora, me poupo de relatá-los.

O Comte. vivenciou experiências valiosíssimas nos últimos milênios, acompanhando a operação realizada (a seu pedido) para a reorganização da frota sob seu comando, e hoje, mais amadurecido do que antes, permanece na frota aguardando o término de sua missão.

Enquanto eu pensava sobre isso, ouvimos todos o sinal vermelho de alerta geral. Mais uma troca de olhares com meus guardiões. Atitudes mentais tomadas, providências começam a ser urgenciadas visando a segurança de quem ali estava. Escudos magnéticos erguidos evitando qualquer entrada ou saída de quem quer que seja daquela região.

Em fração de segundos (levando em conta o tempo terrestre) é identificada a área em perigo. Exatamente onde está uma nave científica que auxilia os mundos físico e extra-físicos da Esfera Azul, cujo comandante é um irmão valoroso com profundos conhecimentos das ciências.

O comte. Ashtar Sheran me procura com os olhos, e trocamos informações codificadas, cujos símbolos somente nós dois sabemos colocar na ordem correta. Processo utilizado já há muitos milênios, face a necessidade de nos comunicarmos sem interceptações ou interferências de quem estivesse pretendendo, ilegalmente, colher informações sigilosas do que se passava na frota e fora dela.

Muitos sempre tentaram interceptar essas mensagens e adulterá-las, mas jamais conseguiram seu intento. Algumas ex-patentes da frota se regozijam ainda hoje por terem, supostamente, interceptado algumas dessas mensagens, e não sabem que quando assim o fizeram, foi exatamente para que se comprovasse sua atitude de infidelidade e venda de informações para os rebeldes. Não acusamos, mas sempre deixamos que cada um se mostre como é, porque é assim que funciona a organização cósmica.

O Comte. Ashtar Sheran recebe e decodifica a mensagem, olha novamente para mim, para meus guardiões, e de uma forma rápida, para todos que estão na sala, inclusive para os seus próprios guardiões, se aproximando um pouco mais deles.

O alerta vermelho permanece acionado, e tudo acontece de forma muito rápida, embora sem tensão alguma. Equipes patrulheiras assumem suas posições e usam a saídas de emergências em busca dos criminosos que ali estavam atacando a nave científica, conhecida na Esfera Azul como sendo um centro de cura cósmica.

Enquanto isso acontecia, enviamos mentalmente a informação a quem deveríamos, e comunicamos que naves pacíficas não entrassem na região, face a batalha que ocorria no momento.

O sub-comandante em chefe da frota também foi comunicado e lhe foram solicitadas providências de onde estava.

Mais uma vez, eu e meus guardiões nos comunicamos mentalmente entre nós e Ashtar Sheran. Eu sabia o que ele sentia, porque já havíamos vivenciado experiências semelhantes. Pedi calma e que se mantivesse impassível, totalmente impassível, para que tudo desse certo e o que tivesse que acontecer, acontecesse de forma a não deixar nenhuma dúvida. Foi sempre assim. E assim será sempre.

Enquanto instruções eram passadas a um nível mental fora do alcance dos da maioria que ali estavam, posso dizer que poucos sabiam o que se passava lá fora, na verdade. E fomos mantendo o silêncio porque era necessário.

Sabíamos que a operação na frota, que se iniciou há alguns milênios, culminando, em tempo terrestre, no mês de maio de 2005, operação essa que eu chamo de segunda queda dos anjos, mas que na verdade, trata-se da destituição de centenas de patentes do destacamento. Sabíamos que isso traria retaliações (tb no extra-físico)dos muitos insatisfeitos que ainda mesclavam em si a aparência de honestos, e que mesmo não fazendo parte do referido destacamento, vez ou outra, iam para lá acompanhar a situação. Esses também estão com seus perispíritos impregnados com os vírus daquela expedição absurda feita sem planejamento pela Confederação.

O alerta vermelho permanece acionado, mas os que se comunicam mentalmente acima do padrão da maioria que ali se encontram sabem que o perigo já passou, embora a batalha permaneça acirrada.

A nave científica, alvo do ataque, acionou seus escudos de defesa, e naves patrulheiras se colocaram a sua volta, reforçando a guarda, juntamente com as patrulhas que já a acompanham rotineiramente.

A batalha começa. Diante de nossos olhos. Impassíveis, continuamos a enviar as instruções, em conjunto com o comte. Ashtar Sheran, que assume a frente do comando e coordena as estratégias.

A insegurança e o medo já começa a se fazer presente em alguns que ali se encontram. É quando então, um dos que lá estavam, embora não sendo do destacamento, (estava em visita), aciona um dispositivo na tentativa de atingir o comte. Ashtar Sheran.

Esse era um dos objetivos do reboliço provocado lá fora. Distrair a atenção dos que se encontravam naquele ambiente, para terem espaço para agirem. Como isso não aconteceu, esse ser não suporta mais a tensão e a demora de noticias do que estava acontecendo, e decide fazer logo o que ele veio fazer : atingir o nosso irmão. Assim cai a sua própria máscara: com suas próprias atitudes. Mais um traidor nas fileiras da Confederação que não deixa dúvidas sobre seus objetivos. Diante das testemunhas visíveis a ele e também das que não estavam visíveis a todos ali.

No momento em que esse ser mirou o comandante para alvejá-lo e acionou o seu equipamento (mínimo, por sinal) de ataque, imediatamente, o comandante acionou seus próprios escudos de defesa, de forma a repelir o ataque.

Simultaneamente ao acionar o equipamento, esse ser se dirige apressadamente à porta na tentativa de fugir, o que lhe foi permitido, para que se comprovasse, mais uma vez, seus objetivos escusos. Ele não fazia idéia de que estava sendo monitorado totalmente e que a mudança de suas vibrações estava sendo acompanhada.

A porta foi aberta a uma emissão mental do comte. proporcionando a evasão desse ser que o atacou. Permanecemos todos nós onde estávamos. Tranqüilos. Sabíamos o que estava acontecendo e o que aconteceria a seguir.

O ser que pretendeu atacar o comandante fugiu pelos corredores e foi em busca de sua pequena nave, e presumindo-se a salvo, saiu com ela aproveitando as portas de emergências que estavam abertas para as entradas e saídas das patrulhas. Mal ele se colocou no ambiente externo de onde estávamos, se deparou com nave cientifica um pouco distante, mas a sua frente, intacta, rodeada de patrulheiros, e viu seus comparsas sendo aprisionados com suas naves, sendo levadas à nave-prisão mais próxima dali.

Desesperou-se e numa tentativa insana dirigiu-se em direção à nave cientifica, pensando que sozinho faria o que seus cúmplices não conseguiram, e é então que se vê rodeado de patrulheiros que o esperaram acionar o primeiro ataque à referida nave, para que assim, culminasse ,de fato, na comprovação de suas intenções torpes quando ao que se propusera fazer.

É levado prisioneiro tal como seus cúmplices. Na nave-prisão, aguardará junto com os outros que já estavam lá e aos que chegarão nos próximos tempos.

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P.S.: Obrigada, Anthares,  pela ajuda naqueles momentos decisivos.

 

Publicado em: Quinta-feira, Fevereiro 01, 2007   2:57 PM

 


 

Luzes se apagando?

 

Em tempos finais de uma era corrompida, em que se prepara o planeta para uma reestruturação de vida, vemos muitos irmãos confabulando, nos submundos astrais, e trazendo para o mundo físico as impressões que ficam gravadas em seus corpos astrais e então, agem de forma semelhante, quase sempre, se deixando cegar, mais e mais, diante do brilho da luz que engana e cega.

Não querem ouvir que estão se contaminando com os virus  astrais e as doenças que infectam  seus corpos astrais, e  que recairão sobre o  físico, através de distúrbios emocionais dos mais variados, bem como atitudes cada vez mais  preguiçosas ou egoístas.

Por mais que queiram dizer que  estão despertos e que conhecem a realidade, deixam-se enredar em teias de mentiras e substância negra que  os liga aos submundos astralinos.

Buscaram o acesso a informações do passado, presente e  futuro, e tiveram algum avanço  nesse sentido. Entretanto, poucos  estão sabendo aproveitar a oportunidade preciosíssima que lhes foi ofertada para que atuassem como seres de paz num planeta que vive em guerras, de todos os tipos.

Ainda que saibam,  que tenham as informações,  que  tenha nascido nesse tempo já com informações acerca da situação...

.... ainda que não queiram caminhar pelos lados escuros das sombras....

..... ainda que não queiram seguir para o abismo infinito e mais negro que a própria noite....

.... ainda que queiram tirar um pouco a lama que lhes encobre o espírito e buscar uma vida espiritual mais coerente....

....  ainda que se imagine seguro e protegido e que assim, pode fazer as estrepulias que desejar  porque seus mentores são fulano e cicrano e eles podem tudo...

..... ainda que......

 

Melhor seria ser um pouco mais humilde e começar a lidar, com propriedade,  com as informações  que trouxe ao nascer, bem como com as que recebeu no decorrer de sua maturidade. O ensinamento de que a quem muito é dado muito será  cobrado é real e deveria ser levado em consideração por todos, e não apenas usado  como conhecimento bíblico em desfiles tolos de teorias.

Quem veio em missão de paz  e não corre risco algum de seu espírito se contaminar com o alto grau de  doenças morais não permitirá que isso ocorra mesmo. 

Entretanto, quem  não veio tão firme assim, e lhe foi dada toda a ajuda para que não se contamine mais, que não se ligue mais,  enquanto energia,  aos submundos astrais e aos seres que lá habitam... quem   está se contaminando por esses mundos,   já deveria estar arregaçando as mangas e fazendo algo de útil para si mesmo, pelo menos, já que é tão  "difícil" fazer pelo próximo também, mesmo que seja um próximo com quem tenha afinidades, ou pelo próprio planeta.

Dizer que ama o planeta, todos dizem. Dizer que ama o próximo, todos dizem. 

E agora,  as humanidades receberam o ultimato vindo dos próprios irmãos encarnados,  e que não mais é possível fazer vista grossa diante da crueldade imposta a esse planeta tão lindamente generoso com todos, até mesmo com quem lhe faz sangrar a cada ronco da  moto-serra lhe cortando a árvore, a cada vida aquática que se extingue sob a ação assassina de substâncias tóxicas jogadas em seus rios e lagos.

Depois do ultimato em linguagem humana, o Planeta falará com a sua própria linguagem. E expulsará todo o mal que lhe corrói as entranhas sem nenhuma compaixão. Agora reclamam e se assustam com a gravidade da situação, por terem medo das consequências que sabem que recairão sobre cada um que ajudou a quase destruir o planeta, que, sim, expulsará todos os invasores. Quem tem medo, que comece a se reanalisar e procurar um caminho mais virtuoso, assim como quem se presume salvo e protegido por deuses que falharão na hora que mais contarem com eles.

Como está seu espírito? Procure harmonizá-lo  e encontrar um pouco de equilíbrio que seja. Se parar no caminho, novamente, por  preguiça de andar,  a vontade será respeitada, tal como é respeitada a vontade daqueles  que  miram nossos olhos e tentam arrancá-los  na presunção de nos deixar tão cegos quanto eles próprios.

Tudo está sendo permitido. Mas quem está permitindo tem estrutura para que façam. Tem condições de suportar as agruras de uma vida cruel imposta por aqueles que se dizem irmãos para que  cada um se revele como é  diante dos olhos da  Justiça do Universo.

Para uma reflexão:  E esses que  ferem  estariam também  em condições de suportar o retorno de suas ações cruéis e premeditadas,  gerenciadas pela inconsequência do cíúme e da própria incapacidade de administrar sua vida espiritual de forma a encontrar o equilibrio em todas as suas vidas, e seguir o caminho do Meio?

Meus irmãos  estão se perdendo nos mundos astrais, onde insistem dizendo que  vão em missão, e se recusam a perceber que para lá se dirigem por afinidades que começam a saltar aos olhos de seus mentores, que estão envidando todos os esforços para lhes abrir os olhos.

Alguns já começam a recusar qualquer contato com seus anjos da guarda, bloqueando-lhes o acesso, mas permitindo  que  seres obscuros lhes  guiem  no cotidiano,  influenciando-os aos descaminhos que estão levando à maioria aos abismos profundos, de onde será muito, mas muito difícil sair.

Já começam a pensar que seus anjos da guarda é que são os obssessores, vez que sua energia está começando a ficar diferente da de seus guardiões. Já começam a aceitar os obssessores como sendo seus leiais amigos espirituais que lhes acompanham  há muitas eras.

Espíritos entorpecidos? Visão distorcida?

São irmãos que tem consciência  de quem são e que não estão resistindo à vida mansa que lhes é oferecida nos  submundos astrais, e que, já cegos pela luz que ofusca e aliena, acreditam  estarem  sendo bem assistidos no astral, e por pura vaidade, não aceitam  retomarem  o caminho original que traçaram como meta: o das Virtudes.

Se a vida  encarnada lhes pesa, buscam mais e mais nos prazeres das vaidades  satisfeitas  motivos para aliviarem o que o espírito sente mas a mente fútil  recusa porque lhe é mais fácil  viver sem esforço do que trilhar caminhos apertados  mas  certos de uma vitória sobre as escabrosidades.

Buscam mais fugas  e fugas, aprisionando mais e mais o espírito, não lhe permitindo ser nada além de uma sombra do que ele já foi.

Parar um pouco, respirar mais lentamente; tocar uma flor no jarro da cozinha ou sala, ou jardim (particular ou público); sentar-se  e ficar  quieto mentalmente deixando o espírito buscar a força que necessita através da meditação que pode ser feita  no conforto do próprio lar; ouvir uma música positiva,  de preferência sacra, como as Ave-Maria, ou  de Sebastian Bach, entre outros tantos que trouxeram  novas melodias cósmicas para o nosso cotidiano; brincar com os dedos numa  poça de água enquanto o espírito se fortalece;  olhar o céu e  ir passeando  os olhos pelas estrelas sem pressa de ir se sentar diante do aparelho e ver filmes sem valores éticos nem morais; ouvir o som do silêncio ou  a musicalidade que o vento nos traz.

Há muito a ser feito para o equilíbrio entre a vida física e a extra-física.  Ele (o equilíbrio)  não será  encontrado em  prateleiras de supermercado, farmácia ou shopping. Ele está  dentro de cada um.

Há muito a ser feito pela paz no ser de cada um. E no Planeta. Depende de cada um.

Publicado em: Segunda-feira, Fevereiro 05, 2007    9:44 PM
 

 

 

Enquanto isso, na Esfera Azul...

 

 

Em mundos mais avançados moralmente,   viver é prazeiroso. Há tempo para tudo. E sempre a liberdade de um respeita o direito do outro.

 

A vida em corpo físico, nesses mundos, é opcional. Cada alma busca a sua evolução interagindo com os encarnados naquele mundo, ou pela própria encarnação, que lhe possibilitará incontáveis experiências que lhe ajudarão muito no seu crescimento interno.

 

Não é uma vida em corpo pesado, como o da Esfera Azul. Os corpos físicos são mais leves, fluídicos, e não bloqueiam seus conhecimentos enquanto alma se manifestando num corpo.

 

Vive-se de uma forma ainda impossível de se imaginar na Esfera Azul. Em paz. Com trabalho. Com integração junto ao Cosmos. Tudo em equilíbrio. A dualidade é reconhecida, identificada e trabalhada de acordo com cada um, sempre com objetivos de deixar vencer os sentimentos  que fazem o amor e a justiça acontecerem.

 

Enquanto isso, na Esfera Azul.....

 

De muitas moradas vieram irmãos  mais experientes para ajudar aos irmãos menores que  habitam os mundos da Esfera Azul.  Há alguns milhares de anos isso vem acontecendo sistematicamente.

 

Muitos deixaram suas vidas organizadas em seus planetas originais, precisaram se recriar, de certa forma, para que pudessem entrar no Planeta Azul.  Para muitos é como se diminuíssem de tamanho, vez que precisam compactar todo o potencial de energia  que são para se adaptarem à vida terrestre,  principalmente à vida física, quando encarnam. Todo cuidado é tomado para não impactarem o ambiente astral/espiritual com sua presença extra-física. É de conhecimento desses irmãos maiores que  uma energia mais potente próxima de uma não tão potente pode causar estranheza e um certo terror interno, como definiu um irmão, certo dia.

 

Esse terror interno que irmãos menores sentem  se estiverem próximos desses irmãos maiores,  enquanto estão nos mundos extra-físicos,  é sentido  também por eles,  quando  estão encarnados e se deparam com esses irmãos maiores também encarnados.

 

Normalmente,  esses menores olham  desconfiados, angustiados, ressentidos ou  temerosos, para esses irmãos maiores e por não entenderem a rejeição que sentem catalogam e etiquetam os irmãos maiores como sendo seres  de nenhuma confiança.

 

Estou falando de irmãos maiores, pura e verdadeiramente.  E não de irmãos menores zombeteiros que  se dizem, que se fantasiam de irmãos maiores para enganar e iludir os outros.

 

Há, nas moradas da Esfera azul,  vidas das mais variadas formas, oriundas de diversos pontos desse universo. Cada um tem suas características pessoais que carregam consigo, inclusive se e quando encarnam. Nesses tempos atuais, muitos estão se reconhecendo, em função das vibrações de sentimentos que adquiriram no decorrer de muitas vidas  encarnadas, e também  nos tempos em que não encarnaram, mas que continuaram vivendo no mundo astral, em sua forma corporal original, que vão impregnando seus corpos astrais.

 

Irmãos menores viveram e ainda vivem se enganando quanto ao Criador e a  sentimentos que são as molas propulsoras da paz entre os povos. Muito tempo foi dado  às vidas que aqui estavam para que se reconduzissem  a uma vida de paz e justiça. Não o fizeram. Milhares de anos de existência no Planeta não significaram nada. Então, esses irmãos mais velhos, ao verem o estado de degradação em que se encontrava o planeta,a  agonia que já sentia o espírito que está aqui acoplado ao planeta,  decidiram renunciar a si mesmos e virem auxiliar no que pudessem. Isso remonta alguns  milhares de anos.

 

Então, esses irmãos maiores vieram. Em todos os tempos. E deixaram suas marcas, seus registros, sua vida, sua história. Penso,agora,   em Quetzalcoatl e algumas histórias, até engraçadas que ele viveu quando aportou por aqui,  tal como um deus que desceu do céu em sua carruagem de fogo.

 

Penso  também no néctar dos deuses, que esses irmãos mais  velhos consumiam e também ofereciam aos seus irmãos menores, tornando-se  o  alimento mais importante para todos. Trouxeram os equipamentos que o fabricava e desses equipamentos saía uma  guloseima com alto teor nutritivo e  muito saborosa. Por isso ficou conhecida como néctar dos deuses.  E todos dele se alimentavam, sem distinção de classe social, cor, raça; e sem  precisar pagar.

 

Se fosse possível  tirar o véu que encobre a história da humanidade, muita coisa que, hoje,  parece absurdo encontraria eco dentro de  muitos espíritos. Mas as humanidades da Esfera Azul não querem a verdade, mesmo quando a procuram.

 

 Penso, agora também, na ponta  triangular da pirâmide que precisou ser retirada da Esfera Azul,  há muito tempo, para que não caísse em mãos  indevidas e  usassem o seu conteúdo para um domínio maior sobre  as humanidades terrestres.

 

Também me vem à  mente agora os   cristais deixados na Esfera Azul,  cujo conteúdo nada mais é do que  o conhecimento adquirido e concentrado de todo esse universo. Origem da vida. Ciências. Matemática. Astronomia. Física. Química. Filosofia. Artes em geral. Moral. Ética. Engenharia. Entre outros.  Já não é mais possível o acesso aos seus códigos. Tudo tem um tempo. Tudo tem ordem.

 

Quando tudo ainda era o verbo na Esfera Azul, em diversos pontos  foram deixados objetos e símbolos contendo as informações necessárias e acessíveis  às humanidades que atingissem um certo padrão de energia de amor.  Diante de cada passo, de cada século, de cada milênio, ao se perceber para onde caminhavam os irmãos, que apesar de tantos irmãos maiores presentes, por perto,  viviam (e vivem) se fazendo de surdos e cegos, diante da recusa no avanço moral,  foi retirada  a maioria desses símbolos e objetos, por determinação dos anciãos dos universos que cuidam desse lindo  planeta desde sua criação.

 

Sempre serão colhidos os frutos dos próprios plantios.

 

E  as humanidades, (desde os tempos remotos até o tempo atual, recusando  ou duvidando de sua potencialidade em se modificar e viver em paz  nesse Planeta)  aceitaram a influência dos  povos de outras regiões desse universo  que  amam a guerra e o domínio sobre todos.  E sob a influência dos seus afins por serem da mesma região nesse universo que vieram para cá, ou, depois de estarem aqui,  foram baixando, cada vez mais,  seus padrões de energia e se afinizando com esses  foram se degradando moral/espiritualmente à medida que seus sentimentos se  inferiorizavam. E  isso continua acontecendo, e bem mais acelerado na atualidade.

 

Seres astrais deformados ou se deformando, como conseqüência de seus sentimentos.  Muitos já começam a se ver como são. Já não conseguem enganar nem a si mesmos. Não conseguem manter a fantasia da qual sempre se utilizaram para ludibriar ou entorpecer outros. Cada um  se revelará tal como é. Lorde Miguel avisou muitas vezes, mas poucos lhe deram ouvidos.  Foram distorcidos seus avisos e utilizados de acordo com a conveniência de quem os distorceu. Mas ainda assim,  não impede que esteja acontecendo o que  e como  ele avisou verdadeiramente.

 

Isso recairá no mundo físico, vez que  os seres que estão encarnados refletem o que são internamente.

 

Não há tempo previsto para que isso aconteça, e tentar adivinhar é pura perda de tempo, que pode ser melhor utilizado na lapidação de si mesmo. Buscar a integridade moral e espiritual e recomeçar a condução da própria vida com equilíbrio, paz, solidariedade, trabalho, união e justiça.

 

Observar a si mesmo e não se preocupar tanto em observar a vida alheia. Analisar os próprios sentimentos e verificar quais são eles, e não  analisar a vida alheia.  Intensificar sentimentos de trabalho,  progresso com ordem e respeito, justiça, procurando fazê-los mais e mais fortes no seu mundo interno para que  as atitudes e palavras  sejam embasados neles, e assim,  vivendo um dia de cada vez com a certeza de estar num caminho mais firme, e os próprios passos, mais firmes e seguros.

Publicado em: Quinta-feira, Fevereiro 15, 2007  9:52 AM



 

O Rabi

 

Em breve começarão os preparativos para a comemoração de uma data fúnebre: a da crucificação do Rabi.

 Como se os rituais executados na atualidade apagassem a responsabilidade de cada um  quando aconteceu  a definitiva degradação da espécie humana que  reside no Planeta Terra.

 Como se as mentiras acerca de sua vida colocando-lhes palavras como se fossem dele, num intuito furtivo e hipócrita de se eximir da responsabilidade pela omissão e adulteração dos fatos reais.

 A mais vil distorção refere-se  ao seu assassinato. Após criarem a crença religiosa que estava programada para ser criada no intuito de alienar mais ainda os habitantes do planeta, usando a figura do Meigo Rabi... após isso,  ainda conseguiram adulterar a sua história, inclusive a de sua morte.

 Ele foi assassinado porque estava incomodando os diversos senhores que também habitavam, no físico e no extra-físico do planeta. E esses mesmos senhores transformaram o seu assassinato em um ato de sacrifício espontâneo. E, com essa base, esses senhores alimentaram e alimentam a idéia de que  ele, Sananda,  tirou os pecados do mundo. A que mundo se referem esses senhores? Ao do conto de fadas?

 Porque dos mundos reais que  existem no Planeta não foram tirados pecados. Isso até cegos podem ver. E quando que os que dizem ser seus fiéis seguidores vão começar a pensar nisso e deixar cair mais um véu dessa mentira toda que criaram em torno do Meigo Rabi?

 Na vã tentativa de lavaram suas mãos, pensando que o Rabi não sabia e não sabe  de seus torpes objetivos, e para convocarem mais habitantes para serem massa de manobra deles,  alimentaram e alimentam a idéia de ele “ morreu para nos salvar”, que ele se submeteu ao sacrifício de ser cruelmente violentado em sua integridade moral e física.

 Transformaram, aqui em Terra,  num mártir tolo o Sábio que o Universo enviou. Transformaram num ser com utopias o Filósofo que o Universo enviou. Transformaram  em réu  o Juiz que o Universo enviou.

 E hoje, continuam cultuando as idéias distorcidas que foram criadas logo a seguir ao seu assassinato.  Continuam cultuando um mártir, quando seria melhor aprender com o Filósofo.

 Continuam sem querer conhecer o Rabi. Enganam-se a si mesmo e pensam que o conhecem; e pensam que  enganam dizendo que seguem seus ensinamentos. Continuam dizendo que ele foi crucificado sem  pararem para pensar o que seja a crucificação de alguém. Em todos os sentidos.  Recusam  falar que ele foi assassinado. Não querem a verdade. Preferem a mentira acalentadora das próprias vaidades. “Ele morreu para tirar os pecados do mundo” é  mais covardemente cômodo de pensar, pois assim  “não preciso melhorar, já sou santificado, purificado... ele me “lavou” de meus pecados”, e seguem os dias por caminhos tortuosos massacrando quem  encontram, caluniando, invejando,  roubando, traindo, guerreando. E isso porque não tem “pecados”.  Se tivessem então, o que seria a atualidade?

 O que será a atualidade? O que ela é.

Uma clara visão do que será em tempos breves, em que a barbárie explodirá  rompendo a camada de verniz da educação social, e se exteriorizará no cotidiano, em que vale qualquer coisa para se dar bem. De uma forma muito mais intensificada do que é atualmente.

É necessário que aconteça? Não. Mas é o que as humanidades desejam. Ainda que gritem pelas ruas pedindo paz,  fazem a guerra dentro de si mesmos e com os seus próximos.

O acúmulo das teorias mirabolantes e  cheias de ilusão desabará sobre cada um que  o tenha feito em suas vidas, e então, sem referências para manterem as aparências de  iluminados não conseguirão mais se lembrar dos Sábios, entre eles, filósofos, cientistas, músicos, anônimos, que tanto colaboraram deixando, com suas vidas e suas obras,   impregnada a  certeza de que  vale a pena viver num mundo de paz e em paz com todos.

Força e coragem ao buscador, que de fato, esteja buscando a verdade.

Matéria relacionada ao Rabi: Domingo de Ramos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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